A busca pelo paradeiro do motorista de transporte Juliano Bonfim de Souza mobiliza familiares e autoridades policiais. Ele é apontado em inquérito da Polícia Civil como autor de condutas de cunho sexual praticadas contra duas crianças e uma adolescente, com idades de 9, 10 e 14 anos à época das ocorrências.
A apuração teve início a partir da identificação de relatos convergentes prestados pelas vítimas, o que acendeu o alerta nos núcleos familiares. Diante das suspeitas, a mãe da jovem de 14 anos realizou uma vistoria no quarto da filha e encontrou uma prótese peniana de borracha embaixo da cama.
Ao ser questionada, a jovem confirmou que o artefato fora entregue por Juliano, revelando ainda ter sido submetida a toques não consentidos em suas partes íntimas e abordagens inadequadas. As provas reunidas no dossiê policial indicam ações recorrentes envolvendo mais de uma menor em ocasiões separadas.
A instrução do procedimento policial contou com relatórios de atendimento psicossocial, perícias técnicas e tomadas de depoimentos de testemunhas e parentes das vítimas.
Diante da gravidade dos elementos, a Polícia Civil formalizou o pedido de prisão preventiva do investigado, sustentando a necessidade de resguardar a integridade das vítimas, evitar a reincidência de delitos e contornar os indícios de tentativa de fuga do suspeito.
A manifestação do Ministério Público foi favorável ao pleito e, em 12 de junho de 2026, o Poder Judiciário decretou a prisão preventiva de Juliano Bonfim de Souza para garantia da ordem pública e asseguramento do cumprimento da lei penal.
Com a expedição da ordem judicial, o investigado passou à condição de foragido. Informações sobre a localização de Juliano podem ser repassadas sigilosamente às forças policiais através do telefone 190 ou pelo Disque Denúncia.
