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Pai é preso por estuprar filha de 12 anos com ajuda do próprio filho adolescente

Um crime de extrema gravidade chocou a cidade de Santa Rita de Cássia, no oeste da Bahia, na quarta-feira (13/5). Um homem de 72 anos foi preso sob a suspeita de ter estuprado a própria filha de 12 anos. O caso ganhou contornos ainda mais sombrios com a informação de que o crime teria contado […]

Um crime de extrema gravidade chocou a cidade de Santa Rita de Cássia, no oeste da Bahia, na quarta-feira (13/5). Um homem de 72 anos foi preso sob a suspeita de ter estuprado a própria filha de 12 anos. O caso ganhou contornos ainda mais sombrios com a informação de que o crime teria contado com a participação do filho adolescente do casal, um garoto de 16 anos, que também foi apreendido pela polícia.

De acordo com a Polícia Civil, pai e filho teriam agido em conjunto por aproximadamente seis meses, perpetrando os abusos contra a menina. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pelas autoridades, em respeito à legislação que protege vítimas de crimes sexuais.

A descoberta da brutalidade familiar só foi possível graças à atuação do Conselho Tutelar da cidade, que iniciou uma investigação preliminar e, ao constatar a gravidade da situação, acionou as forças policiais. A confirmação do estupro veio após uma apuração aprofundada da Polícia Civil, embasada em laudos periciais contundentes.

O titular da Delegacia Territorial de Santa Rita de Cássia, Leonardo de Almeida Mendes Júnior, detalhou que a vítima residia com os pais e irmãos em uma propriedade rural a cerca de 15 km do centro da cidade. A dinâmica familiar, que deveria ser de proteção, tornou-se palco de horrores.

O delegado explicou que, assim que os laudos periciais confirmaram o crime, a prisão do pai e a apreensão do irmão de 16 anos foram solicitadas. Paralelamente, foi requerido o afastamento da criança do ambiente familiar, para que ficasse sob a guarda e proteção do Conselho Tutelar.

A mãe da vítima também está sendo investigada pela Polícia Civil. As autoridades apuram a possibilidade de omissão por parte dela em relação aos abusos sofridos pela filha. O delegado ressaltou que, até o momento, não há provas suficientes para pedir a prisão ou medidas contra a mãe, mas a investigação segue em andamento.

Até a presente data, a gente não tem provas ainda para pedir prisão ou outra medida em desfavor da mãe, mas ela continua investigada e o nosso inquérito ainda não está fechado justamente por conta disso“, afirmou o delegado.

O pai, de 72 anos, já passou por exame de corpo de delito e aguarda audiência de custódia, prevista para esta sexta-feira (15/5). O adolescente apreendido, de 16 anos, também passará por audiência confirmatória no mesmo dia.

A menina de 12 anos permanece sob os cuidados do Conselho Tutelar da cidade. Ela ficará sob esta proteção até que as apurações sejam concluídas e um familiar de primeiro grau apto possa recebê-la, garantindo seu acolhimento e segurança.

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