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Adolescente cria perfil fake de Secretário de Segurança da Bahia para ofender pessoas em grupo de discussão política

Um adolescente foi apreendido nesta sexta-feira (24/4), na cidade de Barro Preto, localizada no sul da Bahia. A ação policial investigou a criação de um perfil falso em rede social que utilizava o nome e a imagem do Secretário de Segurança Pública do estado (SSP-BA), Marcelo Werner, com o intuito de cometer crimes. As investigações, […]

Um adolescente foi apreendido nesta sexta-feira (24/4), na cidade de Barro Preto, localizada no sul da Bahia. A ação policial investigou a criação de um perfil falso em rede social que utilizava o nome e a imagem do Secretário de Segurança Pública do estado (SSP-BA), Marcelo Werner, com o intuito de cometer crimes.

As investigações, que tiveram início em dezembro de 2025, apontaram que o jovem utilizava a identidade falsa para ofender pessoas e enviar mensagens consideradas imorais em um grupo de discussão política. A Polícia Civil da Bahia, através da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), conseguiu identificar o adolescente ao rastrear a origem dos acessos.

Conforme informação divulgada pela polícia, o investigado também se passava pelo prefeito de Barro Preto, Juraci da Saúde (Avante). Nas redes sociais, o adolescente se apresentava como um “desenvolvedor de IA especializado em investigações digitais”, uma falsa identidade que escondia suas atividades criminosas. O caso foi encaminhado à Delegacia Especializada do Adolescente Infrator (DAI).

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar, sendo dois em Barro Preto e um em Itabuna. As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara das Garantias da Comarca de Salvador. O celular do adolescente foi apreendido e será submetido a perícia pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Foi constatado que o adolescente mantinha outros perfis falsos, incluindo um em nome do prefeito de Barro Preto. Em sua atuação online, ele se promovia como um “desenvolvedor de IA especializado em investigações digitais”. Essa persona fictícia servia como fachada para suas ações ilícitas.

O adolescente responderá por atos infracionais análogos aos crimes de difamação qualificada em rede social e falsa identidade. A polícia segue com as investigações para apurar a extensão dos crimes cometidos e possíveis envolvimentos de terceiros.

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