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Suspeita de aplicar golpes em Trancoso e Porto Seguro é presa no Espírito Santo por ordem da Justiça de Eunápolis

A Polícia Civil do Espírito Santo efetuou a prisão preventiva de Jéssica Pedreira Nascimento, de 34 anos, em Vila Velha (ES). A ordem de prisão foi emitida pela 2ª Vara Criminal do município de Eunápolis, que conduz apurações sobre a conduta da investigada por supostas práticas de estelionato. Agentes capixabas cumpriram o mandado judicial na […]

A Polícia Civil do Espírito Santo efetuou a prisão preventiva de Jéssica Pedreira Nascimento, de 34 anos, em Vila Velha (ES). A ordem de prisão foi emitida pela 2ª Vara Criminal do município de Eunápolis, que conduz apurações sobre a conduta da investigada por supostas práticas de estelionato.

Agentes capixabas cumpriram o mandado judicial na residência da suspeita. Após os procedimentos de praxe na delegacia, ela foi transferida para uma unidade prisional local, onde aguarda pronunciamento da Justiça baiana.

Na Costa do Descobrimento, especialmente no distrito de Trancoso e no município de Porto Seguro, Jéssica acumula uma série de acusações formais. Moradores da região — com forte presença de trabalhadores autônomos, como pedreiros e garçons — relatam ter depositado economias em propostas de consórcio para a compra de motocicletas que nunca se concretizaram.

De acordo com os depoimentos colhidos com os lesados, a investigada usava a imagem de uma concessionária local para intermediar as vendas. Ela recolhia os valores pagos pelas parcelas, mas deixava de dar entrada nos contratos oficiais. Ao buscarem ressarcimento ou explicações sobre o andamento dos planos, os clientes tinham os canais de comunicação cortados.

Durante as primeiras repercussões do caso, Jéssica rebateu as acusações, afirmando que entraria em contato com os clientes para efetuar a devolução das quantias pagas. Na mesma época, a concessionária mencionada informou que a investigada já havia sido afastada de suas funções em decorrência do histórico de reclamações registradas por consumidores.

A tramitação do caso segue sob jurisdição do Poder Judiciário em Eunápolis. Vale ressaltar que os apontamentos constam em inquéritos e denúncias de terceiros, sem condenação judicial transitada em julgado.

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