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Polícia prende segundo suspeito de duplo homicídio em Porto Seguro

As investigações sobre as mortes violentas de Rafael Santana de Jesus, de 36 anos, e Leandro Nerys dos Santos, de 34, avançaram nesta sexta-feira com a prisão de um segundo suspeito. O suspeito foi detido por policiais civis, com o apoio da Polícia Militar, no município de Itajuípe, localizado no sul da Bahia. O duplo […]

As investigações sobre as mortes violentas de Rafael Santana de Jesus, de 36 anos, e Leandro Nerys dos Santos, de 34, avançaram nesta sexta-feira com a prisão de um segundo suspeito. O suspeito foi detido por policiais civis, com o apoio da Polícia Militar, no município de Itajuípe, localizado no sul da Bahia.

O duplo homicídio ocorreu em agosto do ano passado, na Aldeia Mirapé, região de Ponta Grande, em Porto Seguro, onde as vítimas, que eram amigas e vizinhas, foram assassinadas em suas próprias residências.

De acordo com informações, o suspeito foi surpreendido pelas equipes policiais enquanto dormia e não esboçou qualquer reação. Ao ser interrogado pela Polícia Civil, ele preferiu exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio.

A audiência de custódia está agendada para a próxima segunda-feira, e a expectativa é que, após a sessão, o homem seja transferido para Porto Seguro, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

O outro envolvido no crime, Erivan Ferreira de Lima, já havia se entregado às autoridades em janeiro deste ano, quando confessou a participação no delito sob a alegação de legítima defesa, tendo sua prisão mantida pela Justiça.

O caso começou a ser desvendado depois que colegas de trabalho estranharam a ausência das vítimas e decidiram procurá-las. Ao chegarem ao imóvel de Leandro, amigos e familiares o encontraram sem vida e com sinais de asfixia, enquanto o corpo de Rafael foi localizado na casa vizinha com marcas de espancamento.

A linha de investigação inicial apontou que a dupla havia marcado um encontro com dois homens por meio de um aplicativo de relacionamento na noite anterior ao crime.

Para a identificação dos autores, a polícia contou com duas pistas fundamentais: um aparelho celular esquecido na cena do crime e imagens de câmeras de monitoramento de um mercado, que flagraram Rafael acompanhado dos dois suspeitos poucas horas antes dos assassinatos.

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