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Polícia Civil prende ex-vigilante suspeito de dar suporte a facção em asilo

O desdobramento de uma investigação iniciada no ano passado resultou na prisão de um ex-vigilante da Casa dos Idosos Giuseppe Aras, em Itabela, suspeito de integrar uma organização criminosa que utilizava a instituição como reduto estratégico. A captura do investigado, identificado como Richard, ocorreu nesta quarta-feira (1) por meio de um mandado de prisão preventiva […]

O desdobramento de uma investigação iniciada no ano passado resultou na prisão de um ex-vigilante da Casa dos Idosos Giuseppe Aras, em Itabela, suspeito de integrar uma organização criminosa que utilizava a instituição como reduto estratégico. A captura do investigado, identificado como Richard, ocorreu nesta quarta-feira (1) por meio de um mandado de prisão preventiva cumprido pela Delegacia Territorial do município, com o suporte operacional da Guarda Civil Municipal.

A ação é um desdobramento direto da “Operação Albergue”, deflagrada originalmente em novembro de 2025. Na época, as autoridades descobriram um esquema alarmante onde o asilo, destinado ao acolhimento de pessoas vulneráveis, servia supostamente como base logística e ponto de apoio para atividades ilícitas. Segundo o inquérito, o imóvel era utilizado para esconder bens de origem criminosa e dar suporte a ações delituosas de alta gravidade na região.

As investigações apontam que Richard, aproveitando-se de sua função de vigilante na unidade, desempenhava um papel fundamental na engrenagem do grupo. Ele teria facilitado a movimentação dos criminosos e garantido a segurança das operações ilegais dentro da instituição. A integração entre diferentes forças de segurança foi decisiva para reunir os elementos probatórios que fundamentaram o pedido de prisão aceito pela Justiça.

Após ser detido, o suspeito foi conduzido à unidade policial para os trâmites protocolares e, posteriormente, encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para a realização do exame de corpo de delito. Atualmente, ele permanece sob custódia e à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil informou que as investigações continuam em curso e não descarta novas prisões de outros envolvidos que possam ter colaborado com a rede criminosa infiltrada na casa de repouso.

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