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Polícia Civil prende acusado de perseguir e atropelar empresário no bairro Juca Rosa

A Polícia Civil de Eunápolis cumpriu, no último domingo (22/2), o mandado de prisão preventiva contra o homem acusado de atropelar propositalmente o empresário Felipe de Jesus Costa, de 32 anos, e sua esposa. O crime, que chocou a região, ocorreu na tarde da última sexta-feira (20/2) no bairro Juca Rosa e foi registrado em […]

A Polícia Civil de Eunápolis cumpriu, no último domingo (22/2), o mandado de prisão preventiva contra o homem acusado de atropelar propositalmente o empresário Felipe de Jesus Costa, de 32 anos, e sua esposa. O crime, que chocou a região, ocorreu na tarde da última sexta-feira (20/2) no bairro Juca Rosa e foi registrado em vídeo pela própria vítima no momento da perseguição.

As investigações apontam que a motivação do ataque estaria ligada a uma desavença familiar. O agressor, que é cunhado do empresário, suspeitava que a irmã (esposa de Felipe) teria feito uma denúncia ao Conselho Tutelar sobre uma suposta agressão dele contra o próprio filho. Antes do atropelamento, o suspeito teria proferido ameaças contra o casal, o que levou Felipe a tentar buscar a delegacia para registrar a ocorrência.

No momento do crime, o empresário pilotava uma motocicleta com a esposa na garupa quando percebeu que estava sendo seguido por um carro. No vídeo gravado por Felipe, é possível notar o desespero do casal antes do impacto. O veículo atingiu a moto diretamente, causando ferimentos graves. O empresário sofreu fraturas na clavícula e em várias costelas, além de um corte profundo na cabeça e diversas escoriações, permanecendo internado para possíveis procedimentos cirúrgicos. A esposa também ficou ferida, apresentando luxações e escoriações pelo corpo.

Após o episódio, a 1ª Delegacia Territorial de Eunápolis instaurou um inquérito para apurar os crimes de lesão corporal de natureza gravíssima e violência doméstica. O acusado se apresentou à unidade policial acompanhado de seus advogados, momento em que foi formalizada a sua prisão. Ele permanece à disposição da Justiça para responder pelos atos cometidos, enquanto o caso segue em fase de instrução processual.

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