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Juiz de Fora e Ubá somam 40 mortos em decorrência das chuvas

A região da Zona da Mata mineira vive um cenário de profunda calamidade após a intensificação dos temporais que atingem o estado. De acordo com os dados mais recentes fornecidos pelas autoridades de Defesa Civil, o número de vítimas fatais nos municípios de Juiz de Fora e Ubá atingiu a trágica marca de 40 pessoas. […]

A região da Zona da Mata mineira vive um cenário de profunda calamidade após a intensificação dos temporais que atingem o estado. De acordo com os dados mais recentes fornecidos pelas autoridades de Defesa Civil, o número de vítimas fatais nos municípios de Juiz de Fora e Ubá atingiu a trágica marca de 40 pessoas.

O desastre é resultado de um volume de precipitação extremo que provocou uma série de deslizamentos de terra, inundações severas e o colapso de estruturas em diversos bairros.

Em Juiz de Fora, a maior parte das ocorrências fatais está ligada a soterramentos em áreas de encostas, onde a saturação do solo tornou o terreno instável. Simultaneamente, o município de Ubá sofre com o transbordamento de cursos d’água que invadiram residências e destruíram vias públicas, deixando comunidades inteiras isoladas. Equipes do Corpo de Bombeiros e agentes de assistência social permanecem mobilizados nas buscas por desaparecidos, embora o trabalho seja dificultado pela continuidade das chuvas e pelo bloqueio de estradas por queda de barreiras.

A gravidade da situação forçou milhares de moradores a abandonarem suas casas, buscando refúgio em abrigos improvisados pela administração pública em escolas e centros comunitários. Além da assistência imediata com mantimentos e itens de higiene, o governo estadual trabalha na articulação com a esfera federal para acelerar a liberação de recursos emergenciais destinados à reconstrução da infraestrutura urbana.

O monitoramento de áreas de risco foi intensificado, uma vez que as previsões meteorológicas indicam que o solo deve permanecer sob alerta máximo nos próximos dias. Diante do perigo iminente de novos desmoronamentos, as autoridades locais reforçam a orientação para que a população não ignore os sinais de instabilidade nas moradias e procure os canais de emergência ao menor sinal de rachaduras ou movimentação de terra.

A prioridade atual das forças de segurança é a preservação de vidas e a garantia do abastecimento básico para as famílias que perderam tudo durante a enxurrada.

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