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Investigado por homicídios morre após trocar tiros com a Polícia

Um homem apontado como liderança do crime organizado no distrito de Monte Pascoal morreu na tarde desta terça-feira (10/3), após abrir fogo contra equipes da Polícia Civil. O confronto ocorreu na zona rural de Itabela, no Extremo Sul baiano, durante uma operação para apurar denúncias de ameaças sofridas por moradores da região. Marcelo da Cruz […]

Um homem apontado como liderança do crime organizado no distrito de Monte Pascoal morreu na tarde desta terça-feira (10/3), após abrir fogo contra equipes da Polícia Civil. O confronto ocorreu na zona rural de Itabela, no Extremo Sul baiano, durante uma operação para apurar denúncias de ameaças sofridas por moradores da região.

Marcelo da Cruz Virgens, o “Marcelinho“, era considerado um indivíduo de alta periculosidade e possuía um extenso histórico criminal envolvendo execuções e o comando do tráfico de drogas local.

A ocorrência teve início quando agentes da Delegacia Territorial de Itabela realizavam diligências em uma estrada rural e identificaram um veículo parado em atitude suspeita. Ao tentarem realizar a abordagem, os policiais foram surpreendidos por Marcelo, que estava fora do automóvel e iniciou uma sequência de disparos contra a guarnição.

Para repelir a agressão, os policiais revidaram e atingiram o investigado, enquanto o veículo que o acompanhava conseguiu fugir do local em alta velocidade. Apesar de ter sido socorrido e levado ao hospital municipal, o suspeito não resistiu aos ferimentos.

Com o investigado, a polícia apreendeu um revólver calibre .32 municiado. O currículo de “Marcelinho” no mundo do crime era marcado pela crueldade e pela ousadia. Ele era o principal suspeito de assassinar e ocultar o corpo de um jovem conhecido como “Nego Salim” em 2024, cujos restos mortais jamais foram encontrados.

Além disso, as investigações o apontavam como um dos envolvidos na execução do fazendeiro José Roberto Braun, morto dentro de sua própria residência em janeiro de 2025, crime que chocou a comunidade do Córrego do Pindoba.

A trajetória de Marcelo incluía diversas passagens por confrontos armados e uma tentativa de fuga para o estado do Espírito Santo, onde também teria cometido um homicídio antes de retornar à Bahia para retomar o controle do tráfico em Monte Pascoal.

Conhecido por ostentar armas em redes sociais e utilizar máscaras realistas para ocultar o rosto em ações criminosas, o indivíduo vinha sendo monitorado de perto pelas autoridades desde que ganhou liberdade provisória. O caso agora segue sob os cuidados da Polícia Civil, que mantém as buscas para identificar os demais ocupantes do veículo que fugiu durante a ação.

Ascom-Polícia Civil

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