Um trágico evento abalou a zona rural de Canarana, na Bahia, no início deste ano. Três membros de uma mesma família faleceram após um almoço realizado no dia 1º de janeiro. As vítimas consumiram um embutido, identificado como calabresa, e logo apresentaram graves sintomas.
O caso está sob investigação da Polícia Civil, que busca entender as circunstâncias exatas que levaram à morte dos parentes. As autoridades divulgaram informações oficiais sobre o ocorrido apenas na última terça-feira, dia 6, após apurar os fatos iniciais e coletar depoimentos de testemunhas que presenciaram o desenrolar dos acontecimentos.
Uma criança de apenas sete anos, que também teria consumido o alimento suspeito, sobreviveu e permanece internada. Seu estado de saúde é considerado estável, segundo informações médicas. A família afetada residia na região centro-norte do estado. Conforme informações divulgadas pela Polícia Civil, as mortes foram registradas após o almoço do dia 1º de janeiro.
As vítimas foram identificadas como Adelaide Maria de Souza, de 74 anos, sua irmã Margarete Souza, de 42 anos, e o sobrinho Leonardo Sousa dos Anjos, de 31 anos. Todos passaram mal logo após a refeição, apresentando sintomas alarmantes que incluíam vômitos intensos e fortes dores abdominais, indicativos de uma possível intoxicação alimentar severa.
A única sobrevivente da tragédia é uma menina de sete anos. Ela foi encaminhada para a cidade de Irecê, onde está recebendo atendimento médico. As informações mais recentes indicam que o estado de saúde da criança é estável, o que traz um alento em meio à dor da perda dos familiares. A comunidade local acompanha o caso com apreensão.
A Polícia Civil da Bahia está conduzindo uma investigação minuciosa para apurar as causas exatas das mortes. O foco principal é identificar a origem da contaminação e confirmar se o consumo da calabresa foi de fato o responsável pela intoxicação fatal. Perícias e análises laboratoriais devem ser realizadas para esclarecer todos os detalhes.
