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Escândalo em clínica de estética: proprietária é acusada de filmar clientes nuas

Recentemente, denúncias chocantes surgiram em Fortaleza, envolvendo uma clínica de estética no bairro Messejana. Clientes acusam a proprietária do estabelecimento de filmá-las secretamente, sem consentimento, em situações íntimas. O caso ganhou destaque após gravações serem divulgadas nas redes sociais, supostamente após um hacker invadir a conta online da proprietária. A situação veio à tona na […]

Recentemente, denúncias chocantes surgiram em Fortaleza, envolvendo uma clínica de estética no bairro Messejana. Clientes acusam a proprietária do estabelecimento de filmá-las secretamente, sem consentimento, em situações íntimas. O caso ganhou destaque após gravações serem divulgadas nas redes sociais, supostamente após um hacker invadir a conta online da proprietária.

A situação veio à tona na última segunda-feira, (11/12) quando as redes sociais da dona da clínica começaram a compartilhar imagens das clientes sendo filmadas sem autorização. Duas mulheres, cujas imagens foram expostas, deram entrevistas exclusivas a um veículo de notícias, que teve acesso ao boletim de ocorrência registrado sobre o caso.

A Secretaria de Segurança Pública do Ceará está investigando o incidente como um possível crime contra a dignidade sexual, ocorrido no ambiente virtual. Tanto as vítimas quanto a proprietária registraram boletins de ocorrência.

As clientes descreveram as circunstâncias das filmagens, muitas vezes durante procedimentos invasivos, sem conhecimento ou consentimento. Em uma reviravolta, a proprietária, Val Silveira, alegou ser vítima de extorsão por um homem com quem mantinha um relacionamento online. Suas declarações apresentam discrepâncias em comparação ao boletim de ocorrência.

O caso levanta preocupações sobre a privacidade e a segurança em estabelecimentos de serviços pessoais, destacando a importância da confiança entre cliente e prestador de serviço. A investigação está em curso, e mais detalhes podem surgir à medida que o caso se desenvolve. As vítimas expressaram temores sobre o compartilhamento ou venda dos vídeos em outras plataformas.

Fonte: Itapeva Agora

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