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Caçadores abandonam mochila e armas após cerco da Polícia Ambiental

Uma operação de patrulhamento ostensivo realizada por policiais militares da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) resultou na apreensão de armas e equipamentos de caça predatória na manhã de domingo (12/4). A intervenção ocorreu em uma Área de Preservação Permanente (APP) situada nas proximidades do distrito de Mundo Novo, zona rural de Eunápolis, […]

Uma operação de patrulhamento ostensivo realizada por policiais militares da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) resultou na apreensão de armas e equipamentos de caça predatória na manhã de domingo (12/4). A intervenção ocorreu em uma Área de Preservação Permanente (APP) situada nas proximidades do distrito de Mundo Novo, zona rural de Eunápolis, após a guarnição receber denúncias precisas sobre a presença de caçadores atuando ilegalmente na reserva. Ao chegarem ao ponto indicado, os agentes confirmaram a veracidade das informações ao encontrar rastros e vestígios deixados pelos infratores, que conseguiram escapar momentos antes da chegada da viatura.

Os suspeitos aproveitaram a densidade da vegetação nativa para empreender fuga, entrando em áreas de mata fechada que impossibilitaram o acompanhamento tático por parte dos policiais. No entanto, durante a varredura minuciosa realizada no local, a equipe localizou uma mochila que havia sido abandonada pelos indivíduos. No interior do acessório, foram encontradas três espingardas de diferentes calibres — 20, 32 e .40 — além de uma quantidade significativa de cartuchos e insumos utilizados para a recarga e manutenção do armamento durante as incursões na floresta.

Todo o material bélico e os apetrechos de caça foram confiscados e encaminhados à delegacia para o registro da ocorrência e as providências jurídicas necessárias. A Polícia Ambiental aproveitou a oportunidade para reforçar o alerta à população de que a caça de animais silvestres, especialmente dentro de unidades de conservação e áreas de preservação, configura crime ambiental grave. Além da apreensão dos instrumentos, os responsáveis identificados podem responder a sanções administrativas severas e processos penais conforme a legislação vigente, que visa proteger a biodiversidade e os ecossistemas do extremo sul da Bahia.

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